Fisioterapeutas
Resumo
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- Decreto-Lei que regulamenta o exercício da
profissão nº 938, De 13 de Outubro de 1969. - Lei do Conselho de Fiscalização do Exercício Lei
nº 6.316, De 17 de Dezembro de 1975. |
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Requisitos
educacionais |
Curso de graduação com carga horária
mínima de 4.000 horas |
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Nº de profissionais
ativos em 2016 A |
223.447 |
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Razão de fisioterapeutas
por mil habitantes B |
1,08 |
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Nº de postos
de trabalho no SUS em 2015 C |
55.421 |
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Nº de vínculos
formais de emprego em 2015 D |
50.791 |
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Remuneração
média no mercado de trabalho formal em 2015 D |
R$ 2.999,62 |
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Nº de vagas em
cursos de graduação em 2014 E |
112.223 |
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Conselho
Profissional |
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CBO F |
2236 – Fisioterapeutas |
Fonte: Elaborado pela Estação de Pesquisa de Sinais
de Mercado através de diversas fontes:
A. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia
Ocupacional;
B. Razão calculada de acordo com a estimativa
populacional do IBGE de 2016;
C. Número de vínculos de profissionais com o Sistema
Único de Saúde (SUS), tanto em serviços próprios quanto em privados
conveniados, de acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do
Ministério da Saúde (CNES/MS) de dezembro de 2015;
D. Número de vínculos de emprego ativos em 31 de
dezembro de 2015 e da correspondente remuneração média do ano, segundo a
Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego
(RAIS/MTE);
E. Número de vagas nos cursos de graduação de acordo
com o Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira do Ministério da Educação (INEP/MEC) de 2014;
F. Classificação Brasileira de Ocupações do
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Descrição segundo a
CBO:
Aplicam
técnicas fisioterapêuticas para prevenção, readaptação e recuperação de
pacientes e clientes. Atendem e avaliam as condições funcionais de pacientes e
clientes utilizando protocolos e procedimentos específicos da fisioterapia e
suas especialidades. Atuam na área de educação em saúde através de palestras,
distribuição de materiais educativos e orientações para melhor qualidade de
vida. Desenvolvem e implementam programas de prevenção em saúde geral e do
trabalho. Gerenciam serviços de saúde orientando e supervisionando recursos
humanos. Exercem atividades técnico-científicas através da realização de
pesquisas, trabalhos específicos, organização e participação em eventos
científicos.
Família Ocupacional:
Requisitos:
Requisitos de formação exigidos
pelo MEC:
I.
Ensino Médio completo (ou equivalente);
II.
Classificação em processo seletivo
(ENEM, vestibular, outros);
III.
Curso de Graduação com carga horária
mínima de 4.000 horas;
IV.
Cumprir Atividades Complementares;
V.
Cumprir Estágios Supervisionados
devidos com carga horária mínima de 900 horas;
VI.
Apresentar Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC).
Requisitos
de Licenciamento no Conselho de Fiscalização do Exercício:
I.
Possuir diploma obtido em curso de Fisioterapia,
oficialmente autorizado ou reconhecido;
II.
Apresentação de documentos pessoais;
III.
Não possuir inscrição em outro Conselho
Regional;
IV.
Pagamento da devida taxa de inscrição
perante o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional ao qual
deseja estar filiado.
Escopos de prática:
Atribuições
segundo o Decreto-Lei que regulamenta o exercício:
Atribuições
Privativas:
I.
Executar métodos e técnicas
fisioterápicos com a finalidade de restaurar, desenvolver e conservar a
capacidade física do ciente.
Atribuições
não privativas:
I. Dirigir serviços em órgãos e estabelecimentos públicos ou particulares, ou assessorá-los tecnicamente;
II. Exercer o magistério nas disciplinas de formação básica ou profissional, de nível superior ou médio;
III. Supervisionar profissionais e alunos em trabalhos técnicos e práticos.
Dados de oferta e demanda
Pirâmide etária de fisioterapeutas
ativos*. Brasil, 2010.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado
(EPSM) a partir do Censo Demográfico do IBGE (2010).
* *Indivíduos
entrevistados ocupados como fisioterapeutas na semana de referência do Censo
Demográfico 2010. Foram acrescidos por meio de estimativa os profissionais
ocupados em outras funções e os desocupados, conformando, no total, a população
economicamente ativa.
GRÁFICO A - Evolução do número de vínculos formais
de emprego ativos e da remuneração nominal média real*. Brasil, 2003 a 2014.

Fonte: elaboração própria a partir da Relação Anual
de Informações Sociais do MTE (2003-2014).
*A preços de 2014, corrigidos pelo Índice de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA).
GRÁFICO B - Evolução do número de admissões e
desligamentos dos vínculos formais de emprego e do saldo acumulado*. Brasil, 2003
a 2014.

Fonte: elaboração própria a partir da Relação Anual
de Informações Sociais do MTE (1991-2014).
*Valor acumulado do saldo entre o número de
admissões e de desligamentos.
GRÁFICO C - Evolução no número de egressos dos
cursos no ano, de admissões por primeiro emprego no ano seguinte e do
incremento acumulado da remuneração nominal média real*. Brasil, 2002/03 a
2013/14.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado
(EPSM) a partir dos dados do Censo da Educação Superior do INEP (2002-2013) e
da Relação Anual de Informações Sociais do MTE (2003-2014).
*Acumulado do incremento, em percentual, da
remuneração média nominal dos vínculos formais de emprego ativos em 31 de
dezembro, tendo como ponto inicial (valor 0) o ano de 2003. A remuneração
utilizada para o cálculo está a preços de 2014, corrigidos pelo Índice de
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
GRÁFICO D - Evolução no número de vagas, ingressos e
% de não preenchimento de vagas*. Brasil, 1991 a 2014.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado
(EPSM) a partir dos dados do Censo da Educação Superior do INEP (1991-2014).
*Relação, em percentual, entre o número de ingressos
e vagas.
GRÁFICO E - Evolução no nº de ingressos, de egressos
cinco anos depois e do % de não concluintes no tempo previsto*. Brasil, 1992/96
a 2009/14.
Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado
(EPSM) a partir dos dados do Censo da Educação Superior do INEP (1992-2014).
*Relação, em percentual, entre o número de egressos
no ano i+5 e o número de ingressos no ano i.
GRÁFICO F - Evolução no nº de vagas e da razão de candidatos
por vaga*. Brasil, 1991 a 2014.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado
(EPSM) a partir dos dados do Censo da Educação Superior do INEP (1991-2014).
*Relação entre o número de inscritos no vestibular e
o número de vagas.
GRÁFICO G - Evolução no número de egressos dos
cursos no ano, de admissões por primeiro emprego no ano seguinte e da razão de
absorção*. Brasil, 2002/03 a 2013/14.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado
(EPSM) a partir dos dados do Censo da Educação Superior do INEP (2002-2013) e
da Relação Anual de Informações Sociais do MTE (2003-2014).
*Razão entre o número de egressos no ano e o número
de admissões por primeiro emprego no ano seguinte.